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Fernanda Miranda é a voz feminista e combativa da esquerda na região sul do estado. Mulher, mãe, professora, bissexual e a vereadora mais votada de Pelotas por duas vezes consecutivas!

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Agora é candidata à Deputada Estadual, pelo PSOL, com a coragem necessária para fortalecer as lutas sociais, barrar a extrema direita e representar a Zona Sul na Assembleia gaúcha.

1 - APRESENTAÇÃO


Vivemos um tempo em que grande parte da população olha para a política e para as instituições com desconfiança. Essa realidade é consequência do sentimento anti-sistema que tem se ampliado na classe trabalhadora por décadas e fomentada por escândalos de corrupção, promessas não cumpridas e pelo distanciamento entre quem ocupa os espaços de poder e as necessidades reais do povo.
 

É justamente diante desse cenário que  reafirmamos nosso compromisso com nossa classe trabalhadora e nós colocamos na tarefa de disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do RS para ampliar nossa forma de fazer política feita com verdade, ética, transparência e responsabilidade pública. Acreditamos que a política só faz sentido quando é construída ao lado das pessoas e colocada a serviço da transformação da vida coletiva.
 

O PSOL nasceu com esse propósito, fortalecer a participação popular, defender os direitos humanos, combater as desigualdades e enfrentar privilégios históricos. Em Pelotas, desde 2017, esse compromisso tem sido demonstrado na prática, com o mandato necessário, por meio da escuta, do diálogo e da construção coletiva.


Nossa política é feita com as pessoas e para as pessoas. Defendemos um mandato aberto, participativo, transparente e comprometido com a ampliação de direitos e com a construção de uma sociedade mais justa, democrática, inclusiva e solidária.

2.1 - DIREITOS DAS MULHERES
 

A democracia só será plena quando as mulheres ocuparem, em igualdade de condições, todos os espaços de decisão. Nossa luta é para transformar uma sociedade ainda marcada pelo machismo, pelo racismo e pelas desigualdades que violam direitos, silenciam vozes e limitam oportunidades.

Defendemos uma política construída a partir da vida real das mulheres, da trabalhadora que enfrenta a dupla jornada, da mãe solo, da jovem periférica, da mulher do campo, da mulher indígena, quilombola, da mulher com deficiência, da população LGBTQIA+ e, em especial, das mulheres negras, historicamente afetadas pela pobreza, pela violência, pelo desemprego e pela falta de acesso aos direitos.
 

Nossa atuação será guiada pelos princípios do feminismo, da justiça social e da equidade racial, reconhecendo que não existe igualdade de gênero sem o enfrentamento ao racismo estrutural. Defendemos o acesso das mulheres à educação, à saúde, à moradia, ao trabalho digno, à autonomia econômica, à cultura, ao esporte e à participação política.
 

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Direitos reprodutivos e saúde pública


Nosso programa defende o direito à saúde, à informação e à autonomia reprodutiva, reconhecendo que o aborto é uma realidade que precisa ser enfrentada como questão de saúde pública, com responsabilidade, informação e respeito às diferentes realidades.

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O que propomos:

  • Fortalecer políticas públicas de proteção e promoção dos direitos das mulheres. 

  • Ampliar a rede de atendimento e proteção às mulheres em situação de violência.

  • Garantir atendimento psicológico, social e jurídico humanizado.

  • Combater todas as formas de violência contra as mulheres.

  • Desenvolver campanhas permanentes de prevenção à violência e ao assédio.

  • Ampliar políticas de autonomia econômica e geração de renda.

  • Fortalecer políticas de apoio às mães solo e mulheres em situação de vulnerabilidade.

  • Garantir políticas de igualdade racial e de gênero.

  • Ampliar a participação das mulheres nos espaços de decisão.

  • Ampliar e fortalecer através de financiamento público às políticas habitacionais com prioridade para as mulheres - regularização fundiária, construção de novas moradias, melhorias habitacionais para combater a precariedade, programas de moradia para vítimas de violência doméstica, moradia para mulheres afetadas pela crise climática.

  • Lutar pela implementação do aluguel social, especialmente para as vítimas de violência doméstica que ficaram desabrigadas e para as afetadas pela crise climática.

  • Ampliar o acesso a informações confiáveis e qualificadas sobre saúde sexual e reprodutiva, para que cada pessoa possa tomar decisões informadas sobre seu corpo, sua saúde e seu projeto de vida.

  • Defender a justiça reprodutiva, para que todas as pessoas possam decidir se, quando e como ter filhos, constituir famílias ou construir outras redes de cuidado, tendo acesso às condições e políticas públicas necessárias para essas escolhas.

  • Reduzir as desigualdades no acesso à saúde reprodutiva, reconhecendo que a falta de informação e de acesso a cuidados seguros não afeta todas as pessoas da mesma maneira.

  • Garantir o acesso aos casos de interrupção da gestação já previstos na legislação brasileira, com acesso efetivo aos serviços de saúde, acolhimento, informação e atendimento humanizado.

  • Fortalecer a proteção integral de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, garantindo acolhimento, atendimento de saúde, proteção social e acesso aos direitos previstos em lei.

  • Qualificar a rede pública de saúde, com profissionais preparados para oferecer atendimento humanizado, baseado em evidências e livre de discriminação nas situações relacionadas à saúde sexual e reprodutiva.

  • Fortalecer políticas de prevenção da gravidez não planejada, com educação, informação, planejamento reprodutivo e acesso a métodos contraceptivos.

 2.2 - EDUCAÇÃO PÚBLICA

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A educação é o mais poderoso instrumento de transformação social. É por meio dela que se rompem ciclos de desigualdade, fortalece-se a democracia, promove-se a justiça social e se constroem novas oportunidades. Defendemos uma educação pública, gratuita, laica, inclusiva e socialmente referenciada, desde a educação infantil até a pós-graduação. A escola deve ser espaço de construção do conhecimento, cidadania, criatividade, pensamento crítico e respeito às diferenças.

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Defendemos a valorização das professoras, professores e de todos os profissionais da educação, com carreira, formação continuada, remuneração digna e condições adequadas de trabalho. Também defendemos uma educação comprometida com a ciência, a produção do conhecimento, a liberdade de ensinar e aprender e o enfrentamento ao racismo, ao machismo, à LGBTfobia, ao capacitismo, à xenofobia e à intolerância religiosa. É indispensável garantir a implementação das Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, assegurando o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena.

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O que propomos:

  • Educação pública, gratuita, laica, inclusiva e de qualidade social.

  • Não permitir a privatização da educação em nenhuma forma. Não às Parcerias Público Privadas (PPPs)!

  • Ampliação de vagas para os anos iniciais também nas Escolas Estaduais

  • Construção de Escolas Indígenas nas Aldeias

  • Ampliação do financiamento público para a educação.

  • Fortalecimento da educação integral.

  • Valorização dos profissionais da educação. 

  • Somar vozes às auxiliares de educação infantil para serem reconhecidas como professoras. 

  • Formação continuada e planos de carreira.

  • Fortalecimento da ciência, da pesquisa e da inovação.

  • Defesa da autonomia pedagógica e da liberdade de ensinar, aprender e pesquisar.

  • Implementação efetiva das Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008.

  • Ampliação das políticas de cotas e assistência estudantil.

  • Fortalecimento das universidades e institutos públicos.

  • Inclusão digital e acesso à tecnologia educacional.

  • Educação inclusiva para pessoas com deficiência.

  • Gestão democrática das escolas e participação da comunidade escolar.

  • Combate ao racismo, machismo, LGBTfobia, capacitismo e intolerância religiosa.

2. 3 - SAÚDE E CUIDADO

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A saúde é um direito fundamental e um dever do Estado. Defender o Sistema Único de Saúde significa defender a vida, a dignidade e o direito de todas as pessoas a um atendimento público, gratuito, universal, integral, humanizado e de qualidade.

 

O SUS é uma das maiores conquistas da democracia brasileira e precisa ser fortalecido por meio de investimentos, valorização dos profissionais, ampliação dos serviços e garantia de acesso para toda a população.

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Cuidar da saúde vai muito além do tratamento das doenças. É promover prevenção, acolhimento, escuta qualificada, promoção da saúde e garantia de direitos, considerando a pessoa em sua integralidade, sua história, suas condições de vida, sua saúde mental e seu território.

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Saúde das Mulheres

Defendemos uma política de saúde integral para as mulheres, garantindo acesso à prevenção, planejamento reprodutivo, exames, pré-natal de qualidade, parto humanizado, saúde mental, climatério e tratamento das doenças que mais atingem as mulheres. Defendemos também o enfrentamento à violência obstétrica e ao racismo obstétrico e a garantia de atendimento com dignidade, respeito e autonomia.

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Saúde Mental

A saúde mental deve ser prioridade nas políticas públicas. Defendemos uma política baseada nos princípios da Reforma Psiquiátrica e da Luta Antimanicomial, reconhecendo a liberdade, a dignidade e os direitos humanos como fundamentos do cuidado. É fundamental fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial, ampliar o financiamento e a estrutura dos CAPS, dos Serviços Residenciais Terapêuticos, das equipes multiprofissionais e da atenção básica.

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O que propomos

  • Fortalecer o SUS como sistema público, gratuito, universal, integral e de qualidade.

  • Ampliar os investimentos públicos na saúde.

  • Ampliar o acesso à atenção básica, prevenção e promoção da saúde.

  • Fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial.

  • Ampliar e qualificar os CAPS.

  • Garantir atendimento humanizado, interdisciplinar e territorializado em saúde mental.

  • Valorizar os profissionais da saúde.

  • Garantir formação continuada às equipes.

  • Combater o estigma e a discriminação relacionados ao sofrimento psíquico.

  • Desenvolver políticas específicas de saúde mental para crianças, adolescentes, mulheres, pessoas idosas, população em situação de rua e pessoas afetadas por violências e desastres socioambientais.

  • Fortalecer políticas de saúde integral para as mulheres.

2.4 - TRABALHO, EMPREGO, RENDA E AUTONOMIA ECONÔMICA

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A independência financeira é uma condição essencial para a liberdade e a autonomia das mulheres. Garantir trabalho digno, renda e oportunidades são também maneiras de enfrentar a violência, reduzir desigualdades e promover justiça social.

 

Defendemos políticas públicas que ampliem o acesso ao mercado de trabalho, assegurem igualdade salarial para trabalho de igual valor, combatam discriminações e promovam qualificação profissional, empreendedorismo, economia solidária e inclusão produtiva.

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Também é urgente reconhecer e valorizar o trabalho do cuidado, historicamente realizado pelas mulheres e, em grande parte, de forma invisível e não remunerada.

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O que propomos:

  • Ampliar políticas de geração de emprego e renda.

  • Criar e fortalecer programas de qualificação profissional.

  • Incentivar a economia solidária e as iniciativas produtivas comunitárias.

  • Apoiar pequenos empreendedores e trabalhadores autônomos.

  • Ampliar oportunidades para jovens.

  • Desenvolver políticas de inclusão produtiva para mulheres e população negra.

  • Fortalecer políticas de autonomia econômica das mulheres.

  • Ampliar a rede pública de cuidados.

  • Garantir creches e escolas de tempo integral.

  • Criar políticas de apoio às pessoas idosas e às pessoas com deficiência.

  • Combater o assédio moral e sexual e todas as formas de discriminação nos ambientes de trabalho.

  • Garantir proteção à maternidade e combater a discriminação de gestantes e mães.

2.5 - SERVIÇOS PÚBLICOS E VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES

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Os serviços públicos de qualidade começam pela valorização de quem os torna possíveis todos os dias. Professoras e professores, profissionais da saúde, assistentes sociais, psicólogos, agentes comunitários, servidores da assistência social, da cultura, da segurança, da administração e de tantas outras áreas são responsáveis por garantir direitos fundamentais e fazer o Estado chegar à vida das pessoas.

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Defender os servidores públicos é defender a população. Serviços públicos fortes significam mais qualidade na educação, na saúde, na assistência social, na cultura, na proteção ambiental e em todas as políticas públicas.

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O que propomos:

  • Valorização das servidoras e dos servidores públicos.

  • Realização periódica de concursos públicos.

  • Recomposição e ampliação dos quadros.

  • Planos de carreira e remuneração digna.

  • Formação continuada.

  • Melhores condições de trabalho e infraestrutura adequada.

  • Promoção da saúde física e mental dos servidores.

  • Respeito à liberdade sindical.

  • Diálogo permanente entre governos e trabalhadores.

  • Defesa dos direitos do funcionalismo público.

  • Fortalecimento das instituições públicas.

  • Lutar pela implementação do pagamento do piso estadual dos funcionários de escola.

2.6 - INCLUSÃO, DIREITOS HUMANOS E DIVERSIDADE

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Uma cidade democrática precisa garantir direitos e oportunidades para todas as pessoas. Defendemos políticas públicas que enfrentem as desigualdades e garantam dignidade, participação e cidadania para a população negra, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+, povos indígenas, comunidades quilombolas, pessoas idosas, juventudes e demais grupos historicamente excluídos.

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Defendemos uma cidade acessível, inclusiva e livre de racismo, machismo, capacitismo, LGBTfobia, intolerância religiosa e todas as formas de discriminação.

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O que propomos

  • Ampliar políticas de acessibilidade.

  • Garantir a inclusão das pessoas com deficiência nas políticas públicas.

  • Fortalecer políticas de igualdade racial.

  • Combater o racismo institucional.

  • Promover políticas de proteção à população LGBTQIA+.

  • Fortalecer políticas para juventudes.

  • Garantir participação social dos grupos historicamente excluídos.

  • Ampliar ações de combate a todas as formas de discriminação.

2.7 - CIDADE, MORADIA E DIREITO AO TERRITÓRIO

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O direito à cidade significa garantir que todas as pessoas possam viver com dignidade, segurança e acesso aos serviços públicos, independentemente do território onde moram.

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Defendemos uma cidade planejada para as pessoas, com moradia digna, infraestrutura, saneamento, mobilidade, acessibilidade, espaços públicos de convivência e políticas urbanas que enfrentam as desigualdades territoriais.

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O que propomos

  • Ampliar políticas de habitação de interesse social.

  • Garantir acesso à infraestrutura e ao saneamento.

  • Qualificar os espaços públicos nos bairros.

  • Ampliar a acessibilidade urbana.

  • Melhorar a mobilidade e o transporte público.

  • Priorizar territórios historicamente negligenciados pelo poder público.

  • Fortalecer políticas de regularização e segurança da moradia.

  • Garantir participação popular no planejamento da cidade.

  • Valorização e direitos das comunidades tradicionais e ribeirinhas.

2.8 - MEIO AMBIENTE E JUSTIÇA CLIMÁTICA

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A defesa do meio ambiente precisa estar vinculada à justiça social. Os impactos das crises climáticas não atingem todas as pessoas da mesma maneira. São as populações mais vulnerabilizadas que frequentemente enfrentam os maiores impactos das enchentes, alagamentos, deslizamentos e  falta de infraestrutura e ausência de serviços públicos.

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Defendemos políticas ambientais que protejam os territórios, enfrentam o racismo ambiental e preparem a cidade para eventos climáticos extremos.

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O que propomos

  • Fortalecer políticas de prevenção e enfrentamento aos eventos climáticos.

  • Criar mecanismos de proteção às populações mais vulneráveis.

  • Ampliar ações de educação ambiental.

  • Proteger áreas verdes, banhados, cursos d'água e demais áreas ambientalmente relevantes.

  • Fortalecer políticas de arborização urbana.

  • Ampliar ações de saneamento e infraestrutura.

  • Construir políticas de adaptação, resiliência climática e planos de contingência. 

  • Garantir participação das comunidades periféricas, tradicionais e ribeirinhas nas decisões ambientais.

  • Enfrentar o racismo ambiental e as desigualdades territoriais.

2. 9 - SEGURANÇA PÚBLICA E DIREITO À VIDA

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Segurança pública é um direito de todas e todos e deve estar articulada à garantia de direitos, à prevenção das violências e à promoção de uma cidade mais justa.

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Defendemos uma política de segurança comprometida com os direitos humanos, com a proteção da vida e com o respeito à diversidade. A prevenção da violência precisa estar articulada às políticas de educação, saúde, assistência social, cultura, esporte, trabalho e renda.


O que propomos

  • Fortalecer políticas de prevenção às violências.

  • Valorizar e qualificar os profissionais da segurança pública.

  • Ampliar ações de prevenção à violência contra mulheres e meninas.

  • Desenvolver políticas de proteção e oportunidades para adolescentes e jovens.

  • Combater o racismo e a violência institucional.

  • Melhorar a iluminação e a segurança dos espaços públicos.

  • Fortalecer políticas de saúde mental para profissionais da segurança.

  • Integrar políticas de segurança, educação, saúde, assistência, cultura e esporte.

  • Fortalecer mecanismos de participação e controle social.

  • Garantir uma política de segurança que respeite os direitos humanos.

2.10 - CULTURA, ESPORTE E LAZER

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Cultura, esporte e lazer são direitos e dimensões fundamentais da qualidade de vida. Defendemos uma política cultural que reconheça a diversidade de Pelotas, valorize suas memórias, patrimônios, culturas negras, indígenas, populares, periféricas e tradicionais. A cultura também é instrumento de educação, pertencimento, identidade, participação social e geração de trabalho e renda.

Defendemos que crianças, adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas tenham acesso a espaços públicos de esporte, lazer e convivência em todos os territórios da cidade.

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O que propomos

  • Descentralizar as políticas culturais para os bairros e territórios periféricos.

  • Fortalecer editais e mecanismos de financiamento para artistas e coletivos locais.

  • Valorizar a cultura negra, popular e tradicional.

  • Preservar o patrimônio material e imaterial de Pelotas.

  • Fortalecer políticas de memória e identidade.

  • Ampliar atividades culturais para crianças, adolescentes e jovens.

  • Ampliar atividades esportivas gratuitas nos bairros.

  • Recuperar praças, quadras, parques e espaços públicos de convivência.

  • Apoiar projetos comunitários de cultura, esporte e lazer.

  • Garantir acessibilidade nos equipamentos culturais, esportivos e de lazer.

  • Incentivar iniciativas que articulem cultura, patrimônio, turismo e geração de renda.

  • Fortalecer a luta para que meninas e mulheres sejam respeitadas e incentivadas no esporte. 

2.11 - DEMOCRACIA, PARTICIPAÇÃO POPULAR E TRANSPARÊNCIA

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A mudança que desejamos não será construída por uma única pessoa, mas pela força da organização coletiva, da participação cidadã e do compromisso ético com o bem comum. Um mandato só cumpre seu papel quando mantém suas portas abertas, presta contas de suas ações e constrói soluções em conjunto com quem vive os desafios do cotidiano.

Defendemos uma política que escuta, dialoga, presta contas, enfrenta as injustiças e trabalha diariamente para melhorar a vida da população.


O que propomos

  • Ampliar os mecanismos de participação popular.

  • Fortalecer o diálogo permanente com comunidades e movimentos sociais.

  • Garantir transparência e prestação de contas do mandato.

  • Criar canais permanentes de escuta da população.

  • Incentivar a participação popular na construção e fiscalização das políticas públicas.

  • Ampliar a representatividade nos espaços de decisão.

  • Fortalecer a construção coletiva das políticas públicas.


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3 - Nosso compromisso​

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A política só recupera seu verdadeiro sentido quando nasce da verdade, se sustenta na ética e se transforma em ação concreta na vida das pessoas. Não acreditamos em uma política feita de promessas vazias, discursos distantes ou decisões tomadas de costas para a população. Acreditamos na política que escuta, que dialoga, que presta contas e que tem coragem para enfrentar desigualdades, privilégios e injustiças. Nosso compromisso é com uma política pública que tenha as pessoas como prioridade e os direitos como princípios. Uma política construída nos territórios, junto às comunidades, aos trabalhadores e trabalhadoras, às mulheres, à população negra, à juventude, às pessoas com deficiência, às populações tradicionais e a todos aqueles e aquelas que historicamente tiveram sua voz silenciada.

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Queremos um Estado onde ninguém seja deixado para trás, que cuide das pessoas, valorize seus trabalhadores, fortaleça seus serviços públicos, proteja seus territórios, enfrente o racismo e todas as formas de violência, garanta moradia, educação, saúde, cultura, trabalho, segurança, meio ambiente e dignidade. Sabemos que nenhuma transformação será feita por uma pessoa sozinha. É a participação popular, a organização coletiva e a força dos territórios que podem mudar os rumos do nosso Rio Grande do Sul. Por isso, nosso compromisso não termina nas urnas: começa e se fortalece todos os dias, com escuta, presença, fiscalização, diálogo e construção coletiva. Precisamos ampliar nosso trabalho para além de Pelotas, é preciso uma representatividade de esquerda e socialista na Assembleia Legislativa! 

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